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Os 7 Erros Mais Comuns nas Medidas de Autoproteção (e Como Evitá-los)


23 Outubro 2025

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As medidas de autoproteção são o plano B que ninguém quer usar, mas todos deviam ter bem preparado. E, no entanto, é impressionante a quantidade de edifícios — públicos e privados — que apresentam falhas básicas, algumas delas até perigosas.

Neste artigo, vai descobrir os 7 erros mais comuns nas medidas de autoproteção em Portugal, por que eles acontecem, e como corrigi-los antes que seja tarde demais.

1. Planos de Emergência e Plantas desatualizadas

É comum ver medidas de autoproteção a ganhar pó numa gaveta qualquer. Foram feitos no início… e nunca mais ninguém lhes tocou. Obras foram feitas, espaços mudaram de uso, mas o plano ficou igual. Como resultado, as plantas de emergência também ficam desatualizadas, muitas vezes a indicar caminhos de evacuação que já nem existem.

Como evitar: Peça-nos a atualização das medidas de autoproteção sempre que houver alterações relevantes no edifício. Garanta que as plantas de emergência estejam atualizadas, em locais visíveis, à altura regulamentada, e com boa iluminação de acordo com a Nota Técnica ANEPC Nº 21.

2. Registos de segurança ignorados

Depois de implementadas as medidas de autoproteção, muitos responsáveis relaxam — como se o trabalho estivesse feito. Resultado? Os registos obrigatórios de segurança ficam por preencher. Ninguém atualiza testes de equipamentos, verificações mensais ou ações de formação.

Como evitar: Preencha os registos de segurança previstos nas medidas de autoproteção e mantenha-os organizados e atualizados. Sem registos, é como se nada tivesse sido feito — e numa inspeção, isso pesa (e muito). Se não souber por onde começar nós ajudamos.

3. Falta de formação das equipas

De que serve ter um plano de emergência se ninguém sabe o que fazer? Muitas empresas nomeiam equipas de evacuação… e param por aí.

Como evitar: Agende conosco formações regulares com simulacros reais. Saber usar um extintor ou coordenar uma evacuação salva vidas.

4. Simulacros inexistentes

Se um incêndio for a primeira vez que se testa o plano… já vai tarde. Simulacros são obrigatórios por lei em muitos edifícios.

Como evitar: Agende simulacros anuais e registe tudo em relatório. Além de obrigatório, é um excelente treino prático.

5. Equipamentos fora de validade ou sem manutenção

Extintores, sinalização, iluminação de emergência — tudo isso tem validade e precisa de manutenção.

Como evitar: Tenha um plano de manutenção preventiva e contratos com empresas certificadas. Se precisar de ajuda podemos ajudar.

6. Falta de integração com o projeto SCIE

Há edifícios onde o projeto técnico (SCIE) diz uma coisa e as medidas de autoproteção implementadas dizem outra. Um problema sério.

Como evitar: Alinhe o plano com o projeto SCIE aprovado e atualize ambos em conjunto sempre que necessário.

7. Falta de submissão à ANEPC

Sim, há quem nem submeta o plano onde ele é legalmente obrigatório. Resultado? Coimas pesadas ou até encerramento do espaço.

Como evitar: Entregue toda a documentação à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Conclusão: A prevenção começa na atenção ao detalhe

Medidas de autoproteção não são só papelada para cumprir legislação — são a linha entre a segurança e a tragédia. E, como viu, os erros são evitáveis.

A MF Engenharia está pronta para ajudá-lo a corrigir, atualizar ou implementar medidas eficazes e conformes à lei.

Quer saber se o seu plano está a cumprir os requisitos?

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Medidas de Autoproteção

Serviço de Gestão de Medidas de Autoproteção assegura a implementação, atualização e acompanhamento das medidas de prevenção e de emergência, promovendo a operacionalidade dos procedimentos de autoproteção, o bom funcionamento dos equipamentos técnicos e de segurança e a gestão dos pedidos de inspeção regular.

Kits de Emergência

– Delegado de Segurança
– Equipa de Evacuação
– Equipa de Primeiros Socorros
– Responsável de Ponto de Encontro​